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ESTUDO REVELA CONTAMINAÇÃO POR LIXO EM QUASE METADE DOS AMBIENTES AQUÁTICOS DO PLANETA

ESTUDO REVELA CONTAMINAÇÃO POR LIXO EM QUASE METADE DOS AMBIENTES AQUÁTICOS DO PLANETA

Foto: Divulgação

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Um levantamento internacional apontou que 46% dos ambientes aquáticos do mundo apresentam níveis elevados ou extremos de sujeira. A pesquisa analisou mais de 6 mil registros de contaminação por resíduos sólidos em rios, praias, estuários e manguezais de todos os continentes entre 2013 e 2023.

Coordenado por especialistas do Imar-Unifesp, o estudo utilizou o índice internacional Clean-Coast Index, que mede a densidade de lixo em regiões costeiras. Os resultados, publicados  em jornais internacionais  mostram que muitos dos casos mais críticos estão situados em território brasileiro.

 

O levantamento reforça a necessidade de políticas ambientais mais rigorosas e ações globais de preservação.

 

 

Um estudo da Kaspersky revelou aquilo que muita gente faz, mas nem sempre admite em voz alta: o celular se transformou no principal álibi social do brasileiro. A pesquisa mostrou que 79% das pessoas fingem estar ocupadas no telefone apenas para escapar de conversas inoportunas, encontros indesejáveis ou daquele papo que parece não ter fim. Basta pegar o aparelho, fazer cara de concentração e pronto, está criada a desculpa perfeita para uma fuga estratégica.

 

A situação fica ainda mais curiosa quando o levantamento aponta que 71% dos entrevistados usam o celular como uma espécie de escudo para evitar contatos desconfortáveis no dia a dia. Seja no elevador, na fila do banco ou em uma reunião inesperada, o aparelho vira uma barreira social eficiente, capaz de afastar abordagens e garantir alguns minutos de “paz”. O gesto de desbloquear a tela já virou quase um pedido silencioso de não perturbe.

 

E se engana quem pensa que o celular só entra em cena para fugir de gente. A pesquisa também revela que 91% das pessoas usam o smartphone simplesmente para passar o tempo. Ele é o companheiro inseparável nos momentos de espera, o alívio para o tédio e a distração automática quando não há nada mais para fazer. Redes sociais, vídeos, jogos e mensagens preenchem os pequenos vazios do dia e dão a sensação de que o tempo passa mais rápido.

 

No fim das contas, o telefone deixou de ser apenas um aparelho tecnológico e assumiu o papel de refúgio emocional de bolso. Quer evitar uma conversa? Olhar para a tela. Precisa de distração? Tela também. Quer fingir que está muito ocupado? Nada mais prático do que digitar qualquer coisa e balançar a cabeça como se estivesse resolvendo algo urgente. Em tempos digitais, desaparecer por alguns minutos nunca foi tão fácil, basta desbloquear o celular.

 

 

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